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Técnico Caio Couto se diz readaptado e fala em Fluminense sub-20 respeitando as características do clube em 2024

A equipe sub-20 do Fluminense estreia na temporada 2024, neste sábado (2), pela primeira rodada da Copa Rio da categoria, diante do Sampaio Corrêa. Entretanto, a partida – que marca o início de um novo ciclo para os jovens, com possibilidade de títulos e de se lapidarem, alcançando a categoria profissional – também ficará marcada para um integrante da comissão técnica.

O técnico Caio Couto, que comanda a equipe juniores desde novembro do ano passado, fará a sua 10ª partida pelo clube desde que retornou à Laranjeiras. O treinador já havia trabalhado no tricolor entre 2008 e 2012, pelas categorias sub-13, 14,15, 16 e 17.

“Estou totalmente readaptado. É claro que o Fluminense mudou um pouco em relação à infraestrutura(desde 2012). Em relação à metodologia, sim, algumas coisas foram colocadas no papel, mas continua sendo aquele Flu de outrora, uma equipe propositiva, com posse de bola e atletas de capacitados tecnicamente. E vamos trabalhar pra que siga assim”, disse Caio Couto.

Porém, para além da marca pessoal na estreia da Copa Rio Sub-20, Caio Couto visa o Fluminense propositivo, representando o DNA dos moleques de Xerém na temporada 2024. Dito isso, o treinador explicou a importância do novo modelo sub-20, com equipes A e B.

“Sabemos que a temporada 2024 será extremamente difícil. Temos como carro-chefe os campeonatos Brasileiro e Carioca, além de outras competições que teremos, sempre com adversários de alto nível que nos exigirão uma capacidade muito grande. Nisso, vem a importância da divisão do Sub-20 A e B. É uma ideia do nosso gerente, o Antônio Garcia, que propicia não só o crescimento coletivo, no que se refere a modelo de jogo, mas fundamentalmente também propicia que a gente crie planos de ação para melhorar os atletas individualmente, o que aumenta a chance desse atleta dar certo na categoria profissional, que realmente é sempre o pano de fundo da base”, seguiu o treinador.

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O Fluminense enfrenta o Sampaio Corrêa neste sábado, às 15h, pela primeira rodada da Copa Rio Sub-20.

Identificação que extrapola a área técnica

Além de possuir em seu currículo duas passagens como treinador do Fluminense, Caio Couto também sabe muito bem o que é repete-se ter o tricolor dentro de campo. Ele foi atleta da equipe carioca tanto nas categorias de base quanto no início da carreira profissional, estando ao lado de atletas como Renato Portaluppi, Wilson Gottardo, Roni e Marco Brito, e sendo comandado por Valdir Espinosa, porém, teve que pendurar as chuteiras de forma precoce e focar nos estudos graças a uma sequência de lesões que prejudicarem na transição.

“Já estive onde esses meninos estão hoje e sei da importância de cada etapa da etapa, principalmente nesse momento de transição. O Fluminense é o lugar ideal para nisso, tanto pela estrutura proporcionada quanto pelo processo aplicado, sempre visando a formação tanto do atleta quanto do indivíduo”, completou.

Guerreirinho Tricolor

O Guerreirinho é o Mascote do Fluminense. Ele surgiu em 2011, representando a equipe que é conhecida como Time de Guerreiros.
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