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Nova punição envolvendo o Fluminense na Libertadores vem à tona

Caso ocorreu nas quartas de final da competição

O futebol é um dos cenários mais combatentes na luta por respeito às diferenças. No entanto, as competições realizadas pela Conmebol ganham os holofotes a cada confronto por práticas racistas, sendo a maioria das vítimas clubes brasileiros. Após entrar na justiça contra um torcedor paraguaio, o Tricolor das Laranjeiras finalmente viu uma luz no fim do túnel.

Em jogo válido pelas quartas de final da Libertadores, contra o Olimpia, no Defensores del Chaco, o Fluminense foi vítima de racismo por parte de torcedores paraguaios. Algumas imagens registraram um homem imitando um macaco em direção a torcida brasileira. Como forma de punição, a Conmebol aplicou multa de US$ 100 mil (cerca de R$ 500 mil na cotação atual) ao clube, além de fechar parte do estádio no próximo confronto internacional.

Resta agora, o Olimpia identificar o torcedor e encaminhar o caso para a Comissão Disciplinar da Conmebol. No confronto em questão, o Fluminense eliminou os donos da casa após aplicar 3 a 1. Mesmo com a punição, os casos de intolerância estão longe de acabar no futebol.

Libertadores e os casos de racismo

O caso de maior relevância ocorreu no dia 11 de julho, na Neo Química Arena. Na ocasião, o Timão enfrentava o Universitario e o preparador físico Sebastián Avellino Vargas foi flagrado imitando um macaco em direção a torcida paulista. Após cobranças por parte dos times, a entidade finalmente decidiu punir o infrator.

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Como consequência do comportamento racista, Sebastián Avellino Vargas foi preso em flagrante ao fim da partida. Atualmente solto, o preparador responde o crime discriminatório em liberdade. Por outro lado, após cobranças ferrenhas por parte dos clubes brasileiros, a Conmebol colocou em prática o artigo 15.1 do Código Disciplinar da entidade e puniu o profissional do Universitario.

Fazendo parceria com o Observatório de Discriminação, a Conmebol vem agindo lentamente para combater os casos de racimo dentro e fora de campo. No entanto, as práticas continuam sendo vistas dentro das arquibancadas de todos os estádios Sul-Americanos. Sobretudo, os gestos e gritos são em maior parte proferidos por torcedores argentinos.

Iara Alencar

Sou apaixonada por esportes, principalmente pelo futebol. Trabalho há cinco anos como redatora esportiva e publico matérias sobre as principais ligas da modalidade. Adoro escrever e estar por dentro de tudo que envolva o mundo da bola.
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