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Mário Bittencourt não tem papas na língua e cospe verdades sobre o Botafogo

O presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, criticou a situação vivida pelo Botafogo na reta final do Brasileirão do ano passado. Na ocasião, o Estádio Nilton Santos passou por uma série de shows que atrapalharam a agenda do time. Essa situação já havia acontecido antes, com a equipe já sofreu com a perda do estádio e condições precárias do gramado devido a eventos, resultando em derrotas significativas em casa para times como Cuiabá e Palmeiras.

No final de 2023, com oito shows agendados entre 7 de outubro e 19 de novembro, o clube acabou tendo dificuldades nas partidas finais, que custaram pontos cruciais para o alvinegro vencer o campeonato.

Desta forma, o presidente Tricolor comentou a situação do clube, criticando o excesso de shows e eventos no estádio, explicando que isso não paga a gestão do clube durante o ano e, além disso, prejudica o time ao longo da temporada, o que de fato ocorreu. Confira o momento abaixo:

Mário Bittencourt criticou uso de gramados sintéticos

Mário Bittencourt também manifestou fortes opiniões sobre a utilização de gramados sintéticos no futebol brasileiro. O mandatário do Flu destacou que se um clube não consegue manter um campo de grama natural, questiona-se a sua capacidade de gerir uma equipe de futebol.

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Bittencourt criticou a preferência de alguns clubes por hospedar shows em detrimento da manutenção da qualidade do gramado, sugerindo que isso poderia afetar negativamente o desempenho esportivo.

Citando o exemplo do Botafogo, Bittencourt referiu-se ao jogo em que o time carioca, então líder do campeonato, teve que jogar em um gramado natural em São Januário por causa de shows no seu estádio, resultando em uma derrota por 3 a 4 para o Grêmio.

O presidente ecoou as palavras do técnico do Grêmio, que afirmou que, se a partida tivesse sido disputada em um gramado sintético, o jogador Luis Suárez não teria atuado.

Além disso, Bittencourt abordou as diferenças técnicas entre os gramados sintéticos e naturais. Segundo ele, o gramado sintético altera a dinâmica do jogo, fazendo com que os jogadores fiquem mais lentos e afetando o quique da bola.

Mesmo sendo aprovados pela FIFA, ele questiona se realmente são benéficos, observando que a maioria dos jogos são realizados em gramados naturais. Ele ainda argumentou que os clubes que começam a jogar em campos sintéticos geralmente têm um desempenho significativamente melhor em casa nos primeiros anos devido à adaptação dos adversários às condições diferentes do campo.

Alvaro Cunha

Completamente apaixonado por esportes, videogames e cinema. Acompanha diversas competições de futebol, futebol americano, corridas, golfe e outros esportes.
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