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Fluminense é condenado a pagar fortuna para ex-zagueiro do clube

O Fluminense vive temporada entre altos e baixos, e a ausência de uma sequência positiva também é evidente longe dos gramados. Na segunda-feira (17), o clube sofreu uma derrota judicial, já que a 3ª Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) foi contra ao recurso da equipe. A corte deu continuidade ao reconhecimento da rescisão do acordo de Henrique Buss por justa causa do empregador.

Foi pontuado o atraso de 11 meses no recolhimento do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) do jogador, algo que chama a atenção dos torcedores. O processo teve início no momento em que o Fluminense anunciou o desligamento de Henrique Buss, com o fim do acordo, que durou de janeiro de 2016 a dezembro de 2018. O Tricolor ainda justificou a decisão.

Na visão da equipe, a decisão levava em consideração um esforço para diminuir os custos do clube. No entanto, assim que percebeu a ação, o zagueiro foi até à Justiça Trabalhista, levantando a acusação de que o Fluminense não cumpriu algumas obrigações financeiras durante enquanto ainda possuía o acordo. Em um primeiro momento, contou o pagamento de férias, 13º salário de 2016 e 2017.

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Fluminense se desdobra de maneira questionável

Em seguida, foi apontada a premiação pela conquista da Primeira Liga em 2016. No entanto, as reclamações não pararam por aí; Além disso, o profissional apontou o não depósito dos valores de FGTS devidos em 2017, com exceção do mês de fevereiro. Por fim, solicitou o reconhecimento da rescisão indireta do contrato com o Fluminense.

O ministro Alberto Balazeiro, relator do caso no TST, garantiu que a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), além da Lei Pelé (Lei 9.615/1998), proporcionam questões para a rescisão indireta, apontando a situação de descumprimento das obrigações contratuais pelo empregador. Assim, o torcedor do Fluminense acompanha o desfecho de perto.

Isadora Reis

Estudante de jornalismo, torcedora assídua do futebol nacional e apaixonada por escrever sobre esportes.
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