Últimas Notícias do Fluminense

Ex-comandante da Seleção Brasileira revela crueldade da CBF durante demissão

Pia Sundhage, ex-treinadora da Seleção Brasileira de futebol feminino, compartilhou sua experiência e sentimentos após sua saída do cargo. Ela revelou que estava determinada a continuar e cumprir seu contrato até as Olimpíadas, mas a demissão ocorreu após a eliminação precoce na Copa do Mundo de 2023.

Pia mencionou que a falta de gols contra a Jamaica na última partida da fase de grupos foi devastadora, e ela gostaria de ter tido a oportunidade de provar que a equipe poderia ter feito melhor. Ela acreditava que o time era capaz de vencer a Copa do Mundo e que a falta de gols foi um grande problema.

Reunião de demissão foi “cruel”, diz ex-Seleção Brasileira

A treinadora também falou sobre a reunião em que foi demitida, descrevendo-a como cruel. Ela optou por não revelar os detalhes da conversa por respeito ao processo, mas expressou tristeza pelo ocorrido.

“Sabe, para mostrar respeito sobre essa conversa. Sabe, você não está vencendo, você não vai continuar. Não foi o que foi dito naquela sala. Foi cruel. Três pessoas e o presidente. Para mostrar respeito por essa pequena reunião eu não vou revelar o que foi dito. Eu sinto muito e fico triste que aconteceu”, disse Pia Sundhage.

Participe agora do nosso grupo exclusivo do Whatsapp, Telegram ou acesse nossas comunidades.

Pia analisou o desempenho da equipe na Copa do Mundo, destacando a importância de aproveitar as oportunidades de finalização e trabalhar na parte ofensiva. Ela afirmou que o futebol internacional é decidido por pequenas diferenças.

Legado no comando do Brasil ficará marcado em sua história

Sobre seu legado no Brasil, Pia mencionou o aumento do interesse pelo futebol feminino e o engajamento da imprensa e dos fãs. Ela expressou sua esperança de que seu sucessor, Arthur Elias, também tenha a oportunidade de promover o futebol feminino de forma positiva.

A treinadora ressaltou que aprendeu lições valiosas no Brasil, especialmente em relação à paciência e ao aspecto emocional do jogo. Ela acredita que as jogadoras brasileiras têm uma energia única e que canalizar essa energia de forma eficaz pode levar a resultados positivos.

Pia também falou sobre sua expectativa de que o Brasil tenha sucesso nas Olimpíadas de Paris em 2024 e que o país tem grandes chances de chegar à final do torneio de futebol feminino.

Alvaro Cunha

Completamente apaixonado por esportes, videogames e cinema. Acompanha diversas competições de futebol, futebol americano, corridas, golfe e outros esportes.
Botão Voltar ao topo