Últimas Notícias do Fluminense

Confirmado: Fluminense revelou o “Rei da Indonésia”

Velho conhecido da torcida do Fluminense, Arthur Cunha se despediu da base do Fluminense e via uma chance de vestir a camisa do Manchester United ser completamente descartada. No entanto, para a surpresa dos torcedores, acabou virando “rei” na Indonésia, antes de retornar ao futebol brasileiro. O profissional acabou se distanciando dos gramados e seguiu a carreira como assessor de investimentos;

O trabalho, no entanto, é direcionado aos jogadores. Atualmente, aos 34 anos, o ex-zagueiro vem se reencontrando, especialmente após o quadro médico que acabou forçando sua aposentadoria dos gramados. O profissional relatou sua experiência, detalhando as férias que representaram o fim de sua trajetória no esporte. A situação ainda gera desconforto.

“Tive hérnia na lombar e, com isso, tinha que decidir se eu ia operar ou não. Como era uma operação de risco e eu já estava com 32 anos, não achei que era um risco viável de se correr. Não fazia muito sentido (passar por cirurgia) para ter mais alguns anos de carreira. Meu retorno ao Brasil foi complicado. Vim passar férias e minha carreira acabou. Foi quando as costas começaram a doer”, diz Arthur.

Participe agora do nosso grupo exclusivo do Whatsapp, Telegram ou acesse nossas comunidades.

Ex-jogador do Fluminense conta experiência com atletas

Como já não tinha tantas escolhas sobre o futuro no futebol, Arthur acabou se despedindo dos gramados, mas dando sequência ao seu foco no futebol. Atualmente, o profissional atua junto a jogadores em uma assessoria de investimentos. A convivência ainda no campo, parece chegar de maneira satisfatória, especialmente para passar mais segurança financeira aos atletas.

“Eu já investia quando jogava, e graças a esses investimentos estou tendo um pós-carreira bem tranquilo. Tive tempo para fazer a transição de carreira sem passar necessidade, sem prejudicar minha família. Resolvi trabalhar com investimentos voltado para atletas porque, como eu vivia nesse mundo, sei totalmente o que se passa na cabeça do atleta. Quando acontece alguma coisa, quando ele tem que tomar uma decisão, tem aumento de salário, uma redução, quando ele está sem clube”, revelou.

Isadora Reis

Estudante de jornalismo, torcedora assídua do futebol nacional e apaixonada por escrever sobre esportes.
Botão Voltar ao topo